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Quinta, 14 Março 2019
TELEFÔNICA VAI INVESTIR R$ 8,9 BI EM 2019
Qui, 14 de Março de 2019 17:15 NOTÍCIAS GERAIS

Operadora convocou assembleia de acionistas para aprovar contas, mudanças no conselho de administração e remuneração da diretoria.

A Telefônica Brasil convocou assembleia geral ordinária e extraordinária para o próximo dia 11 de abril. O encontro acontece na sede da companhia. Na pauta, aprovação das contas de 2018, de orçamento para 2019 e da remuneração dos diretores e conselho.

A previsão da empresa para 2019 é investir R$ 8,9 bilhões, 8,5% mais que os R$ 8,2 bilhões aportados em 2018. Os valores serão gastos em rede, tecnologia e sistemas de informação, produtos e serviços, canais, administrativo, licenças e “outros”.

O dinheiro virá da reserva especial para expansão e modernização (R$ 1,7 bilhão) e de recursos próprios ou de terceiros (R$ 7,2 bilhões). O objetivo final é ampliar a capacidade da rede da operadora.

Os acionistas poderão deliberar, também, sobre a destinação e montante de dividendos. A companhia propõe distribuir R$ 7 bilhões em dividendos e juros sobre capital.

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E REMUNERAÇÃO DE EXECUTIVOS

A empresa propõe a eleição do novo conselho de administração. Nele permanecem Eduardo Navarro (atual presidente do conselho); Francisco Paz Mancho; Luiz Fernando Furlan; Antonio Carlos Valente; Narcis Serra Serra; Luiz Miguel López; José Maria Del Rey; Julio Esteban Linares; e Christian Gebara. Entram David Melcon (atual CFO da companhia) e Ana Theresa Borsari. Eles substituem Sonia Villalobos e Roberto Oliveira de Lima.

Quanto à remuneração, a Telefônica propõe pagar neste ano R$ 5 milhões aos 12 integrantes do conselho e R$ 9,3 milhões aos três diretores estatutários. Os diretores terão, ainda, direito a até R$ 11,7 milhões em remuneração variável conforme o desempenho.


BRASIL PERDE MAIS DE 2,5 MILHÕES DE LINHAS FIXAS EM 12 MESES
Qui, 14 de Março de 2019 17:14 NOTÍCIAS GERAIS


 


Só entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019, foram extintos mais de 547 mil contratos, a maioria das perdas é contabilizada pelas concessionárias

O Brasil perdeu mais de 547 mil linhas fixas entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019, confirmando o pouco interesse dos brasileiros por este serviço. No ano, a redução de acessos superou a casa dos 2,5 milhões. No primeiro mês do ano, o número total de linhas ativas era de 37,7 milhões.

As concessionárias ainda lideram no mercado, com 21,3 milhões de linhas, mas a diferença diminuiu. As autorizadas somavam 16,3 milhões. Em 12 meses, as concessionárias perderam 8,47% de contratos (1,9 milhão), enquanto as autorizadas ficaram com 1,54% a menos de clientes (335 mil).

Em janeiro de 2019, entre as autorizadas, a Claro registrou a maior participação de mercado, com 10,2 milhões de linhas fixas no país (62,41%), seguida pela Vivo, com 4,3 milhões (26,32%), e TIM, com 897,8 mil linhas (5,48%).

Em relação às concessionárias, a Oi possui o maior volume de linhas fixas, 11,9 milhões de linhas (56,04%), seguida pela Vivo, 8,5 milhões de linhas (39,83%).


Grupo segurador anuncia lucro operacional recorde
Qui, 14 de Março de 2019 17:12 NOTÍCIAS GERAIS

FONTE: CQCS | Ivan Netto

allianz

Em comunicado divulgado esta semana, o Grupo Allianz informou ter cumprindo as metas de desempenho em todos os segmentos e mantido a força de capital em patamar elevado. De acordo com a companhia, a concretização dos objetivos da “Agenda de Renovação” preparou o terreno para o excelente desempenho.

Baseado nos números preliminares, o crescimento da receita interna, corrigidos os efeitos da transposição cambial e de consolidação, totalizou 6,1% e teve a contribuição de todos os segmentos operacionais da empresa. A receita total cresceu 3,5% e atingiu a marca de 130,6 bilhões de euros (contra 126,1 bilhões em 2017).

Com aumento de 3,7%, o lucro operacional de 11,5 (contra 11,1) bilhões de euros se situa na porção superior da faixa visada que foi anunciada pelo Grupo, de 10,6 a 11,6 bilhões de euros, e é a mais alta na história da Allianz.

O crescimento do lucro operacional pode ser atribuído majoritariamente ao segmento de P&C que registrou forte alta de 13,3% no lucro operacional. Isso se deu por conta de um coeficiente de despesas otimizado, menor sinistralidade por catástrofes naturais e crescimento do prêmio.

“Tenho muito orgulho da família Allianz ao redor do mundo por entregar um conjunto de resultados tão bom. Nós atingimos o maior lucro líquido dos últimos dez anos, apesar da forte volatilidade do mercado, especialmente no quarto trimestre do ano. Nossos clientes continuam confiando em nós. Tendo isso em mente, nós estamos focando na simplicidade como o próximo passo para reiterar a nossa estratégia”, afirmou Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz.

O segmento de Gestão de Ativos registrou alta no lucro operacional devido à elevação da receita referente aos ativos sob gestão (AuM). Como consequência de uma margem de investimento mais baixa em meio à volatilidade do mercado financeiro, o lucro operacional do nosso negócio de Vida/Saúde declinou.

O lucro líquido atribuível aos acionistas cresceu 9,7% e ficou em 7,5 (6,8) bilhões de euros. Esse lucro operacional majorado e a menor tributação sobre os rendimentos compensaram com vantagem o declínio no resultado não operacional.

O Lucro Básico por Ação (EPS) subiu 14,4%, passando a 17,43 (contra 15,24) euros para o ano de 2018. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (RoE) totalizou 13,2% (contra 11,8%).

Coeficiente de capitalização Solvency II totalizou 229% no final de 2018, permanecendo inalterado em relação ao final de 2017. O Conselho de Administração proporá dividendos de 9 euros por ação em 2018 – uma alta de 1,5% em relação a 2017.

No mundo inteiro 74% dos negócios atingiram um Net Promoter Score (NPS) acima da média do mercado, comparado aos 60% no ano anterior. O Índice de meritocracia inclusiva (IMIX), que mede a liderança e a cultura do desempenho, cravou 71% em 2018, muito próximo do nosso nível almejado de 72%. Tais números refletem o esforço da Allianz em atender os clientes e envolver os colaboradores da melhor forma possível. A Allianz concluiu dois programas de buy-back de ações, num volume total de 3 bilhões de euros. Todas as ações recompradas foram canceladas. Um novo programa de buy-backde até 1,5 bilhão de euros foi anunciado em 14 de fevereiro de 2019.

No 4º trimestre de 2018, o lucro operacional permaneceu em 2,8 (contra 2,8) bilhões de euros: um lucro operacional maior proveniente do nosso negócio de P&C foi compensado, principalmente, por um declínio dos negócios nos nossos segmentos de Vida e Saúde e na Gestão e Ativos Patrimoniais. O aumento no lucro operacional do nosso negócio de Property & Casualty (P&C) se deveu, em grande parte, a um resultado mais elevado do investimento. O lucro operacional do nosso negócio de Vida/Saúde declinou devido, principalmente, a uma margem técnica menor na França. O decréscimo no lucro operacional do segmento de Gestão de Ativos foi motivado, sobretudo, por menores taxas de desempenho. O lucro líquido atribuível aos acionistas subiu 18,9% e foi para 1,7 (contra 1,4) bilhão de euros no quarto trimestre de 2018, devido a um melhor resultado não-operacional e à menor tributação sobre os rendimentos.

“A Allianz obteve resultados excelentes em 2018, com lucro operacional de 11,5 bilhões de euros, atingindo o patamar superior da meta visada anunciada pelo Grupo entre 10,6 e 11,6 bilhões de euros”, declarou Giulio Terzariol, diretor Financeiro do Grupo Allianz.

“Nossa atividade sadia e bem diversificada nos deixa confiantes de que iremos continuar entregando um desempenho financeiro robusto novamente este ano. O Grupo almeja gerar um lucro operacional de 11,5 bilhões de euros em 2019, com margem de mais ou menos 500 milhões de euros, salvo imprevistos”, complementou ainda Terzariol.


Carros autônomos podem revolucionar Seguro Auto
Qui, 14 de Março de 2019 17:11 NOTÍCIAS GERAIS

 FONTE: CQCS | Sueli Santos


Uma reportagem da agência Bloomberg fala sobre o impacto dos carros autônomos no ramo de seguro auto. Isso tem sido muito discutido porque há o receio de acidentes provocados por carros sem motorista e os aspectos técnicos do carro desenvolvido pela Tesla com seu limitado modo de piloto automático, o “Autopilot”, é fácil esquecer uma das supostas virtudes dos veículos autônomos: eles deixarão as ruas mais seguras.

Segundo a reportagem, Dan Peate, um capitalista de risco e empreendedor do sul da Califórnia, anunciou no fim de janeiro a criação da Avinew, com US$ 5 milhões em financiamento. Seu produto de seguro monitorará o uso de recursos autônomos pelos motoristas em carros fabricados por empresas como Tesla, Nissan, Ford e Cadillac, determinando descontos com base no uso desses recursos. A Avinew fez acordos com a maioria das fabricantes e está trabalhando para fechar acordos com as restantes, disse Peate, para que a firma tenha acesso aos dados de direção quando o cliente der permissão.
A Deloitte previu isso em seu relatório de perspectivas para os seguros de 2019. “O aumento da conectividade… gerou uma enorme quantidade de dados em tempo real e mudou a relação da seguradora com os segurados, que era estática e transacional e passou a ser dinâmica e interativa.”, aponta o relatório.

A Avinew afirmou que espera redigir políticas ainda neste ano em estados selecionados. A transição aponta para uma crise existencial maior no multi bilionário setor de seguros automotivos. Se não tem ninguém dirigindo, por que precisamos de seguro automotivo? Os prêmios — e as receitas da empresa — se baseiam na probabilidade de um motorista sofrer acidente e nos índices reais de colisão.

Como mais de 90 por cento dos acidentes são provocados por erro humano, retirar o motorista dessa equação implica grandes mudanças para as seguradoras. “Isso aparece em todas as conversas estratégicas”, disse Michelle Krause, diretora-gerente sênior do grupo de serviço ao cliente de seguro da Accenture. As principais operadoras “estão muito concentradas em entender a tecnologia por trás [da automação] e as oportunidades disponíveis para elas”.


Seguradora define estratégia para atuação em Grandes Riscos
Qui, 14 de Março de 2019 17:08 NOTÍCIAS GERAIS

 

FONTE: CQCS | Ivan Netto

Risk chart detail

Realizado em Nazaré Paulista, no interior de São Paulo, os gestores dos Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine e as lideranças da área Comercial alinharam a estratégia de atuação conjunta em 2019. Entre os temas discutidos pelas equipes estão o aprimoramento de processos para garantir ainda mais agilidade na contratação do seguro, da cotação à emissão, além do desenvolvimento de novas soluções e produtos para Pequenas, Médias e Grandes Empresas. As informações compartilhadas no encontro vão nortear a inovação da carteira e propiciar mais oportunidades de negócios.

A ação contou com a participação de 60 pessoas para integração, troca de informações e definição do plano de negócios para este ano, incluindo a discussão sobre lançamento de novos produtos e serviços. Atualmente, a Tokio Marine é a quarta maior seguradora de Grandes Riscos do País.

“Ao contrário de algumas Companhias que saíram desse mercado nos últimos anos, nós temos apetite e uma grande expertise para atender as demandas do segmento. Com a perspectiva de retomada do crescimento econômico, certamente haverá uma demanda relevante para seguros relacionados a infraestrutura, como saneamento básico, mobilidade urbana, transporte, energia, etc. Estamos bastante otimistas em relação a este mercado e resolvemos nos reunir com a área comercial para definir metas e objetivos para 2019”, comentou o Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica, Felipe Smith.

De acordo com o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, a reunião foi fundamental para os planos da Companhia de continuar sendo uma referência na oferta de seguros de Grandes Riscos.

“A sinergia entre as áreas técnica e comercial é fundamental para que possamos oferecer, cada vez mais, atendimento de excelência aos nossos Corretores, Assessorias e Clientes, por meio da oferta de produtos e serviços customizados”, destacou o executivo.


Seguradora mira tendência e oferece produto personalizado
Qui, 14 de Março de 2019 17:07 NOTÍCIAS GERAIS
  •    FONTE: CQCS
 
De olho na tendência do mercado de ampliação da atuação remota, a SulAmérica desenvolveu uma cobertura voltada a profissionais que atuam em home office. O seguro para quem trabalha de casa oferece proteção e facilidade para a manutenção de um escritório residencial – segundo um levantamento da Future Workforce Study, os brasileiros estão entre os profissionais que mais trabalham remotamente. No país, 53% dos entrevistados afirmam que realizam tarefas do trabalho de casa em algum momento da semana.

“O futuro do trabalho aponta em direção à utilização de ambientes mais flexíveis e autônomos. Ainda que o profissional esteja em casa, sabemos que há necessidades relacionadas ao escritório criado em domicílio. Por isso, a SulAmérica traz uma solução personalizada, uma marca do nosso trabalho, que garante proteção aos profissionais para o exercício de suas atividades”, destaca o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

A cobertura para home office é opcional para clientes que contratam o seguro Residencial da SulAmérica e cobre os danos causados a equipamentos, móveis e materiais do escritório instalado no interior do imóvel segurado. Se acontecer um incêndio, uma queda de raio que cause danos elétricos nos aparelhos, como um computador de trabalho, ou até um caso de roubo ou furto qualificado, o cliente estará amparado.

Ao considerar a necessidade de comodidade para quem trabalha em casa, a seguradora também disponibiliza serviços como Help Desk, que conta com suporte remoto e presencial para solução de problemas, instalação e configuração do computador e demais equipamentos, como impressoras. Também é possível solicitar apoio para montagem e mudança de móveis de cômodos, instalação de suporte para TV e fixação de prateleiras e cortinas.


Fique atento: ultrapassou o limite, pode perder o seguro
Qui, 14 de Março de 2019 17:05 NOTÍCIAS GERAIS

 FONTE: NSC Total

Segundo a revista Seguro Total, se estiver previsto em apólice, o motorista que excede a velocidade permitida ao transitar em rodovias acaba por perder direito à cobertura contratada em seguro. Esse foi o caso de uma transportadora de Urussanga, no Sul do Estado, que requeria indenização de seguradora pela perda de carga após acidente de trânsito.

A 5ª Câmara Civil do TJ, em apelação sob relatoria do desembargador Luiz Cézar Medeiros, entendeu que a transportadora descumpriu o contrato, uma vez que o motorista da carreta estava em velocidade acima do permitido (100 km/h) para a via no momento do acidente (60 km/h), de acordo com o tacógrafo. A extensão do dano remonta a R$ 264.629.

O contrato previa que “sob nenhuma hipótese, poderão ser ultrapassados os limites de velocidade estabelecidos nas rodovias utilizadas para a viagem segurada”. O recurso da transportadora baseou-se no Código de Defesa do Consumidor (CDC). Já o entendimento dos desembargadores, amparado pela jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), não prevê o enquadramento no CDC, mas, sim, no Código Civil.

Portanto, ao fechar um seguro para seu veículo, observe sempre as sinalizações e o respeito à legislação.


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