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As portas abertas pelo 5G em discussão no 'Cibersegurança'

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Época

A revista Época relata que a implantação da nova rede 5G - a quinta geração da internet móvel - vai atender a uma demanda crescente por mais pontos de conexão e mais velocidade, principalmente por aqueles que utilizam serviços de streaming, como Netflix e Spotify. No entanto, ao mesmo tempo que teremos mais objetos ligados à rede e mais rapidez com a nova tecnologia, estaremos ainda mais vulneráveis a ciberataques.

'Estima-se que haverá a entrada de 20 trilhões de dispositivos na rede no próximo ano, pensando ainda em números conservadores. Isso tem implicações. Com essa quantidade de pontos de acesso, nós temos toda a superfície de ataque dos novos equipamentos, além das vulnerabilidades que já tínhamos', afirmou João Gondim, professor de ciências da computação da Universidade de Brasília (UnB). O alerta de Gondim foi feito na segunda-feira 23, durante o evento Cibersegurança: Usuários, Corporações e Governos sob Ataque.

Promovido por ÉPOCA e pelo site Metrópoles, o encontro colocou em debate temas como roubo de dados pessoais, ciberataques a empresas, ciberespionagem, Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP) e privacidade. Especialistas, professores e representantes do poder público participaram de oito painéis e palestras. O professor da UnB esteve na conversa '5G, IoT e as vulnerabilidades hiperconectadas', ao lado de Emilio Simoni, diretor de segurança da PSafe Technology e atuante há 17 anos nessa área.

Segundo Simoni, é difícil prever de que forma nos comportaremos em cinco anos com a implantação do 5G e com a Internet das Coisas (IoT), mas é possível dizer que em cada casa de família haverá 20 ou até 30 dispositivos conectados à rede. 'Imaginem quando tivermos cafeteira, geladeira e TV ligados à rede. É um prato cheio para o cibercriminoso. Pensem nesse cenário com o 5G, ou seja, com uma conexão ainda mais veloz. Com uma casa só, já é um grande estrago. Imaginem uma cidade inteira.'

O mercado brasileiro de cibersegurança conta com bons profissionais, avaliaram os especialistas, tanto para defender quanto para atacar. O cibercriminoso se concentra quase sempre onde há dinheiro, onde ele puder fazer lucro. Gondim e Simoni deram sugestões de medidas de segurança. 'O brasileiro costuma usar a mesma senha para tudo, o que é errado. É preciso ainda ter aplicativos de segurança', disse Simoni. Para Gondim, só devemos disponibilizar as informações na internet que podemos nos dar ao luxo de 'perder'. 'A questão não é como mandar nudes com segurança. É não mandar nudes', disse.

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