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Monday, 01 July 2019
Maio foi o melhor mês do ano para o mercado
Monday, 01 July 2019 16:40 NOTÍCIAS GERAIS
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FONTE: CQCS

Dados oficiais da Susep indicam que, até agora, maio foi o melhor mês do ano para o mercado de seguros, no que se refere à receita de prêmios emitidos. Segundo a autarquia, a arrecadação do setor registrada nesse mês somou pouco mais de R$ 9,5 bilhões, valor 3,45% maior que a apurada em abril. Em relação a maio do ano passado, o avanço foi ainda mais expressivo: 6,9%.

Ainda de acordo com a Susep, a receita acumulada de janeiro a maio somou R$ 45,7 bilhões. Em comparação aos cinco primeiros meses de 2018, houve um incremento da ordem de 5,4%.

Já os sinistros somaram R$ 21,6 bilhões até maio. Essa cifra é 13,2% maior que o valor registrado de janeiro a maio do ano passado.

Com isso, a taxa média de sinistralidade do mercado de seguros avançou de 47% para 50% entre os dois períodos comparados.

A Susep apurou ainda que as despesas comerciais, que englobam as comissões de corretagem e campanhas promocionais, chegaram a R$ 11,6 bilhões até maio, com incremento de 10% em comparação ao mesmo período, no exercício passado.


Susep promete mais “espaço” para o mercado crescer
Monday, 01 July 2019 16:40 NOTÍCIAS GERAIS
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FONTE: CQCS

 
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A Susep pretende dar mais “espaço” para o mercado de seguros no que se refere ao marco regulatório. “O excesso de regulação não é bom. É necessário deixar mais espaço para o setor trabalhar”, afirmou a superintendente da autarquia, Solange Vieira, ao participar da primeira edição do “Ciclo de Palestras sobre Análise de Impacto Regulatório (AIR) no Setor de Seguros”, promovido pela Confederação das Seguradoras (CNseg), no Rio de Janeiro.

Nesse contexto, ela adiantou que já está prevista, no processo de reestruturação administrativa da Susep a criação de uma gerência que vai cuidar especificamente da Análise de Impacto Regulatório (AIR) em cada uma das novas diretorias setoriais da autarquia.

De acordo com Solange Vieira, a apólice eletrônica terá papel relevante nesse processo, pois permitirá que as empresas do setor gerem relatórios de forma mais célere, além de fornecer informações mais qualificadas, “o que é fundamental para um órgão regulador e para a os processos de AIR”.

Ainda no âmbito da AIR, direta ou indiretamente, a superintendente da Susep apontou como prioridades a adoção de um novo modelo do DPVAT; a aprovação de regras de incentivo para as insurtechs; criação de regras regulatórias segmentadas conforme a abrangência dos riscos, no estilo “sandbox”, e a organização das diretorias da Susep conforme a natureza das operações de seguros, como riscos massificados e grandes riscos, entre outros.

No mesmo evento, o diretor da Susep, Rafael Scherre, revelou que estão em estudo modificações na atual modelo de consulta pública, que poderá passar por etapas sem necessariamente prever uma minuta de regulamentação no início do processo.

Já o presidente da CNseg, Marcio Coriolano destacou que a regulação em excesso pode se tornar um obstáculo para a atividade que se pretende regular. “A implantação da AIR seria um importante elemento de estabilidade regulatória e previsibilidade jurídica”, argumentou.


Evento da AIDA debate a Súmula 620 do STJ: embriaguez no seguro de vida
Monday, 01 July 2019 16:39 NOTÍCIAS GERAIS
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FONTE: AIDA

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No dia 26 de junho, no auditório do Sindseg SP, o Grupo Nacional de Trabalho de Pessoas da Associação Internacional de Direito de Seguros (AIDA) reuniu advogados e especialistas do setor para discutir a Súmula 620 do Superior Tribunal da Justiça, que trata da embriaguez no seguro de vida.

Os assuntos debatidos giraram em torno da análise dos precedentes da súmula, conceitos de agravamento e exclusão de risco tanto na legislação atual, como no PLC nº 29/2007 e na doutrina estrangeira, e os possíveis efeitos práticos e perspectivas. Para Laura Pelegrini, presidente do GNT de Pessoas da AIDA, a súmula tem uma redação ampla e que não trata da exclusão e nem do agravamento, apenas indicando que a seguradora não pode se eximir do pagamento da indenização no caso de embriaguez do segurado. Por isso, surgem dúvidas acerca da aplicação da Súmula a casos em que o agravamento ou, inclusive, o ato ilícito doloso do segurado estiver configurado.

O palestrante Ayrton Pimentel afirma que houve uma mudança significativa na jurisprudência: “Os precedentes da súmula 620 eram casos, no meu ponto de vista, evidentes de negativa de pagamento pela seguradora e o STJ determina que seja feito o pagamento”, explica. Ele ainda ressalta que isso nos obriga a repensar se os nossos conceitos estão corretos.

“Quando você vê que o STJ toma uma decisão, com a qual você não necessariamente concorda, aquilo te afronta e naturalmente te leva a refletir e tentar buscar os motivos pelos quais houve essa inovação jurisprudencial”, explica Hélida Oucharski, que ainda expõe que a súmula está em “fase de testes”, momento ideal para medir e pensar em estratégias, respeitando a importância do beneficiário, mas também trazendo a técnica do seguro para que a operação não se torne inviável. Para Nei Prado, esse tema é muito rico, pois envolve os beneficiários, viúvas, órfãos e, por isso, acaba mexendo com as emoções. “Eventos como esse são muito importantes,


Lucro do mercado segurador sobe para R$ 7,1 bi até maio, segundo Siscorp
Monday, 01 July 2019 16:37 NOTÍCIAS GERAIS
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Denise Bueno
Escrito por Denise Bueno
 

As seguradoras registraram lucro líquido de R$ 7,1 bilhões de janeiro a maio de 2019, bem acima dos R$ 5,6 bilhões registrados em mesmo período anterior, segundo dados da Superintendência de Seguros Seguros (Susep) analisados pela consultoria Siscorp. A Bradesco segue líder do ranking, com ganho de R$ 2,6 bilhões no período analisado. A BB Seguridade vem em segundo, com R$ 1,14 bilhão. Depois do clube do bilhão o ranking traz Caixa, com R$ 850 milhões, Itaú, com R$ 396 milhões e Porto Seguro, com R$ 381 milhões.

A Generali liderar o ranking de perdas, com R$ 27 milhões, seguida por Swiss Re, Sancor, Sura e AIG.

Veja abaixo o ranking completo preparado pela Siscorp:

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